18 de mar de 2011

Números e mistérios

Apresento aqui
dez símbolos, que combinados de maneiras
e quantidades diferentes, constroem uma infinidade de valores.
Muito mais que quantidades
eles representam a essência
e a relação do homem com o mundo.
Um - É a primeira manifestação da origem,
representa a primeira fase de qualquer coisa,
é o número de elementos de um conjunto unitário
e só não manifesta nada.
Dois - É a segunda fase
complementa o um.
É o único número par que é primo
e é com este par, casal,
que começa uma existência, para nós.
Três - É divino,
simboliza a perfeição, o mistério.
É o passado, o presente e futuro,
o triângulo possui três lados,
é a quantidade de “Pessoas”
da Santíssima Trindade.
É o que vemos:
tudo em três dimensões.
Quatro - É o equilíbrio, a estabilidade.
A maioria dos animais andam sobre quatro patas,
são quatro as fases da lua,
as estações do ano, os pontos cardeais,
os elementos da natureza,
os reinos e os estados da matéria.
Cinco - É o símbolo da humanidade.
São quatro os elementos mais um: a luz.
Sem a Luz nada se constitui.
São cinco as funções orgânicas,
os sentidos, o psiquismo.
Podemos representá-lo com o Pentagrama,
estrela de cinco pontas,
que para os Pitagóricos,
simboliza a harmonia entre o corpo e a alma.
São cinco as chagas de Jesus
e as qualidades de um homem perfeito.
Seis - Representa os princípios aperfeiçoadores na natureza dos seres.
É o número de faces de um cubo –
poliedro regular e a quantidade de pontas da Estrela de David –
Perfeição, Percepção, Perseverança,
Paciência, Prontidão e Prudência.
Sete - É a natureza vibratória do universo.
São sete as notas musicais, as cores do arco-íris,
os pecados capitais,
são sete as maravilhas do mundo
e o tempo que demorou a criação.
Oito - É o direcionamento, o Amor e a Amizade.
É o cubo de dois.
Liga a natureza do universo,
o sete, com a vida do homem, o nove.
Nove - É a manifestação da vida.
Tempo, em meses, de gestação de uma mulher.
É o quadrado perfeito de três
e o algarismo de maior valor.
E, por fim, o zero –
representação do vazio absoluto,
que fica nevorsíssimo
quando dizem que ele não é nada.
Sem ele, não construiríamos
o nosso sistema de numeração.
Para ele, todo número é zero
diante do infinito.
Para mim, não somos nada,
perante os mistérios dos números, da Matemática.
Daniele Passagli Barbosa

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